domingo, 23 de janeiro de 2011

O Futuro que aí vem. Depois não digam que não avisei!

Tudo Muda, como as Ondas do Mar!

 O país está diferente e quase moribundo. Já ninguém respeita esta maneira de fazer política e de estar na sociedade. Os culpados, tentam passar impunes entre saltos ribeirinhos e rocambolescos. Tudo se desenhou e escreveu. Tal como se suspeitava, tudo isto foi previsto, mas poucos lhe deram ouvidos. O Povo é sereno, mas nem tudo é só fumaça. Precisamos ter memória e terminar com os passos de mágica que nos querem incutir para encontrar a dura realidade e cruel em que nos encontramos, mas que é a nossa.
Nuno Álvares Pereira, foi um guerreiro e lutou contra a mediocridade, podendo ter ferido e até morto alguém, em prol da razão e da verdade que acreditava. Hoje é um Santo Contestável. Vimos como lutou com as suas garras e rezou ao céu que o ajudasse nas suas vitórias e Deus assim o entendeu.
Portugal precisa de um salvador, que não é Dom Sebastião, é a união dos portugueses, do colectivo povo em vez do individualismo arquitectado para ocupação de lugares, por lugares, de subsídio por subsídio, de rendimento social por auto-desemprego.
Não podemos ser tão exigentes com outros, sem o sermos antes connosco. Não podemos exigir obra, se nos momentos chaves não temos coragem de a construir e alcançar para eleitores que em nós depositaram ou pretendiam depositar esperança. Não podemos reclamar e apontar, sem vermos o nosso caso.
Aqui no Oeste, como no país, falta na grande maioria dos casos essa força anímica e sólida que é o exemplo na acção.
Critica-se sem propor alternativas, sem construir alicerces e criando com as atitudes bacocas, parvas e apalhaçadas, Muros de Berlins Oestinos, que dividem a Verdadeira opção de revezamento e da farsa, dos fariseus, dos oportunistas reformados de pensamento e de facto, além de ideias maquiavélicas de medo e hipocrisia, além de um cinismo atroz.
Sejamos concretos. O partido socialista e o José Sócrates, tem governado o país, com desgoverno e descontrole nas contas públicas e não só, veja-se o caso da Presidente da Assembleia Municipal de Lourinhã, Ana Jorge, também Ministra da Saúde, “onde a montanha pariu um rato”. Claro que com as suas tomadas de posições e o seu histórico de gestão, no Ministério da Saúde (que não se governa com sorrisos), era fácil perceber que o caos se ia instalar, mesmo com a sua anuência a fecho de serviços de saúde como aconteceu no Oeste e até na Lourinhã. Mas temos exemplos de mais. Todavia, o PSD, partido social democrata, que se apresenta como opção na gestão deste país que começou caricaturalmente com um filho a bater na própria mãe, não pode manter o estado, no estado a que isto chegou.
Claro que não pode acontecer, mas acontece, o povo e com alguma dose de realismo, diz: são todos iguais, qual a diferença, estão lá agarrados aos lugares e ao poder.
Este tipo de comentários só pode mudar, com audácia, coragem e de exemplo no trabalho, na vida, na postura, nos comentários, mas acima de tudo na educação e na cultura de cidadania democrática, que alguns teimam em aceitar nos seus comportamentos de superioridade bazófias e que em nada abonam para a Mudança. Tem de haver uma ruptura, uma diferença na prática, uma mudança na atitude, estilo, comportamento e trabalho. Menos jantares e comezinhas caras e mais ideias claras e precisas, para cumprir.
Esta coragem passa por ser modelo, na acção e na decisão. Vamos preparar um futuro melhor de vitórias nas legislativas e nas autárquicas. Mas que estas Vitórias não sejam só em número de votos expressos, mas igualmente em realizações que melhorem a qualidade de vida ou não a piorem das pessoas, todas, sem diferença, porque precisamos de Menos Estado e Melhor Estado.
Isso passa por saber e definir sem medo candidatos e programas, propostas e fiscalizações dos executivos municipais, dos deputados e dos governos, além das juntas de freguesia.
Em 2013 com a mudança de inúmeros autarcas, por impedimento de lei, o PSD tem hoje quase garantida vitória em Arruda dos Vinhos com um sucessor natural, o actual vice-presidente, tal como no Cadaval que deve continuar o trabalho e dar um cunho mais social, cultural e educacional a actual Vice-Presidente, que assim garantiria uma gestão de transição para uma vitória no feminino, provando que uma mulher também tem capacidade. No caso de Sobral de Monte Agraço, parece-nos natural a vitória com a candidatura esperada e desejada até pelo povo, do ex-presidente da comissão política local e actual da distrital Oeste, o ainda deputado há mais de duas décadas, Duarte Pacheco. È o desejo das gentes do concelho, que precisam mais do que um Parque Infantil, para os mais pequenos. È igualmente uma prova de ser cabeça de lista e ganhar eleições, quem foi sempre em listas para o parlamento em lugares de charneira entre o fica ou não fica. Estou convicto que Duarte Pacheco não só será um óptimo Presidente de Câmara e como Economista que é, equilibrará as contas do Município sempre e até tem todas as probabilidades com os relacionamentos que tem em todas as fracções dos sociais-democratas, porque a todas deu apoio alguma vez, de ser no futuro eleito Presidente dos Autarcas Sociais Democratas, podendo suceder e bem, ao actual Presidente da estrutura Manuel Frexes, que tem sido um bom exemplo enquanto Presidente da Câmara de Fundão, na qual se candidatou depois de ter sido membro do governo de Cavaco Silva e deputado entre outros cargos. Com humildade candidatou-se a um Município de esquerda e ganhou três maiorias absolutas. Esta será uma grande vitória, com a coragem que consta teve, Duarte Pacheco em equacionar esse cenário, a bem do Oeste e do Sobral.
A humildade também se vê nos actos.
Quanto a Alenquer, depois do desastre que foram os resultados das escolhas do Vice-Presidente da distrital do PSD e então presidente da concelhia, Dr. Pedro Afonso, que além das derrotas, perdeu intercalares a seguir e agora não conseguiu “segurar” a vereadora do CDS, na coligação, com uma troca de palavras e comunicados pouco abonatórios, de quem recusou outros candidatos com probabilidades de vitória, de quem nas costas teve conversações infelizes e que não dignificam em nada o partido e a distrital do Oeste, do qual depois dos acontecimentos e dos desaires sucessivos, ainda não se consciencializou que Alenquer só será social-democrata, quando o mesmo e os acólitos, que nem é o candidato derrotado, tiverem posturas antagónicas e diferente do passado. Porque “Roma não Paga a Traidores” e Alenquer merece e precisa de outra dinâmica e vida. Esta minha apreciação é política e não pessoal. Aliás é bom salvaguardar que tenho familiares e amigos, pelos quais nutro grande amizade e nunca os colocaria numa lista, porque não seriam bons. Temos de ver, quem, onde e para quê?!
Temos gente nova com vontade e capacidade e nova não é só na idade, é acima de tudo na mentalidade, quer de Alenquer quem com ligações a este concelho. A Vitória depende do PSD local e distrital, tal como as derrotas.
Na Lourinhã é certo e sabido que o PSD pode ganhar em 2013 com uma mente aberta, programa de modernização claro e preciso, novos rostos com ideias e pensamentos de rotura e combater os instalados. A Lourinhã saberá a seu tempo, reencontra-se com o progresso e marcar a diferença, sem complexos, depois da tempestade vem a bonança.
Torres Vedras, é um concelho difícil e fácil. È um concelho com décadas de comportamentos repetitórios, mas muita coisa mudou, muita gente recente entrou. Tudo passa por ter bons candidatos nas freguesias de Silveira a Ventosa, de São Domingos de Carmões a Carvoeira, da cidade onde devem ser candidatos o Presidente e um Vice-Presidente da comissão política local, por figurino, para terem força política e de trabalho, como devia ter acontecido nas últimas eleições. Em Torres Vedras não se podem escolher mais os amigos, e os amigos dos supostos amigos e tanto independente, para tanta dependência. Não tenho dúvidas que quando for o momento certo, o concelho terá um Presidente Social-Democrata diferente, moderno e capaz, tendo a comissão política de abrir o aspecto de escolhas dos três ou quatro nomes do costume, que não acrescentam nada de novo, pelo contrário reúnem anticorpos, não no partido, mas nos eleitores.
O PSD em todos os espectros terá de pensar mais em quem ganha nos eleitores, no povo, na rua e não nas eleições político/ partidárias que são ganhas com negociatas até um pouco impróprias de cem anos de república e não falo de corrupção ou dinheiro, não.
Mas o melhor exemplo, deve vir dos responsáveis, com humildade, sem vaidades de rostos ou currículos, sem ressentimentos, pondo os olhos em Passos Coelho, actual presidente do PSD, que no Congresso Nacional de Torres Vedras, quando usou da palavra quase que foi apupado em unisse-o por muitos que hoje lhe beijam os pés e amanhã se for preciso o traem nas costas. Depois perdeu eleições internas, foi excluído das listas de deputados para que outros do beija-mão do sistema e da máquina, lá ficassem, agora que ganhou o partido, espera-se coragem e determinação na governação do país, quando a esse desígnio for chamado pelos portugueses.  Não podemos criticar e apontar, temos de ser diferentes  dar uma  lição de vida e ensinamento, para termos a legitimidade de apontar e propor a Mudança, que urge e necessita-se. Hoje não tenho dúvidas:O Oeste, merece mesmo, mais e melhor.

1 comentário:

  1. Caro Nuno.
    Gostaria de algo mais sobre o Cadaval, concelho que parou no tempo há 15 anos e é o PSD quem lá está.

    Obrigado.
    Anacleto Borda D'agua

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