quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Aumento de IVA nas Actividades Culturais, Estrangulará Sector em Portugal


O aumento da taxa de iva para a percentagem máxima, nas actividades culturais, como foi recentemente veiculado, estrangulará um sector já por si, débil e complexo, em contextos de crise económica acentuada, como o que se verifica actualmente em Portugal.
No país existem inúmeras Microempresas e PME´s, muitas vezes lideradas por jovens empreendedores, que se dedicam a actividades no âmbito das indústrias criativas, culturais e das artes.

Existem neste sector de actividade económica, empresas que nunca tiveram qualquer apoio ou subsídio governamental ou comunitário, vivendo exclusivamente das vendas de bilhetes de espectáculos que produzem, por exemplo.
Recorde-se que o PIB da Cultura em Portugal, é superior ao sector Têxtil, Automóvel ou mesmo do Futebol, segundo estudos encomendados pelo então Ministério da Cultura, em 2010.
Enquanto criador e agente cultural e autor português, não posso deixar de comunicar ao líder do meu partido e também Primeiro-Ministro da República Portuguesa, a preocupação sobre tal pensamento de estratégia de receitas fiscais, possa existir no Ministério das Finanças.
A cultura precisa de mercado e ser auto-sustentável e não ser subsidio-dependente, como foi no passado em vários casos gritantes, sem sustentabilidade e com um investimento errático para gerações vindouras.
Além de se pagarem impostos, como qualquer empresa, os empreendedores culturais têm ainda de ter licenças especiais, direitos de autor e seguros específicos, por exemplo para conseguirem levar avante os seus projectos.
Não se pode subsidiar, nem se pode continuar a gastar dinheiro dos contribuintes, mal gasto. Não se gaste, mas não podemos cortar radicalmente com o que foi conquistando nas últimas duas décadas, uma iniciação do mercado económico em Portugal, independente do sistema tradicional e dos respectivos sectarismos inconsequentes e preferências intelectuais de fachada ou afeição.
Por exemplo, porque não se fazem dos Teatros Nacionais, estruturas de acolhimento de projectos totalmente nacionais ou de relevante interesse, em vez de se alimentarem empresas públicas com grande prejuízo económico?
Quando Almeida Garrett fundou o Teatro Nacional, fazia certamente todo o sentido a existência de uma Companhia Residente, pela falta de oferta de iniciativa privada, hoje parece-nos questionável!
Quando existem imóveis próprios do estado e até afectos à tutela da cultura, parece-nos que não é de todo pertinente a actual Secretaria de Estado da Cultura, manter o Arrendamento de Milhares de Euros mensais, na Av. da Liberdade em Lisboa, para aguentar uma organização pesada e disfuncional como é esta Direcção-geral das Artes?
Quando a programação pública, não privilegia os autores portugueses para serem representados e coloca promoções concorrenciais aos que tentam sobreviver nos nichos de mercado, bem como os Mecenas Públicos apoiam maioritariamente as organizações Públicas, parece-nos estranho!
Quando o incentivo ao livro, é um desígnio da língua portuguesa no mundo, não será prematuro pensar-se no aumento do iva?
Quando existem companhias teatrais, que criam emprego e deixam marcas indeléveis nos seus públicos, mesmo praticando bilhetes de teatro de 3, 4, 5 euros por pessoa, não será demagógico o aumento para a taxa máxima do iva nos consumidores finais, isto é nos bilhetes de teatro?
Não será estranho, salas públicas de espectáculos no país, pagas pelos contribuintes, não serem cedidas sequer para apresentações a custo zero, de actividades culturais?
Será questionável, quais os critérios de selecção de autores, actores e criativos, principalmente na RTP, televisão pública portuguesa?
É necessário reestruturar as carreiras também dos artistas em harmonia, com todos os sectores, tal facto é unânime. Mas não é urgente a criação de regras de acesso à profissão e consequentemente a utilização de espaços e apoios públicos?
Porque não se cria a ORDEM DOS ARTISTAS, com jurisdição própria, tal como existe noutros profissionais igualmente liberais, como os economistas, advogados ou arquitectos?
Ou seja, a Política Cultural tem de mudar de rumo, relativamente ao passado, mas não se pode sobrecarregar aqueles que fazem da arte e da cultura um modo de vida, em prol do próximo e por talento inato, estudo, dedicação e amor, pois sem público, não existem aplausos.
Um artista, tem de ser estimulado e incentivado, pois a sua produção criativa é algo que ultrapassa o seu próprio tempo e geração.
Se existe algo em que na Europa somos reconhecidos é na Cultura, nas vertentes do Património Arquitectónico, Imaterial, Artístico, Antropológico, Histórico, Arqueológico, Literário, Artes Plásticas e em muitas variantes e nomes de portugueses respeitados, admirados e valorizados em todo o mundo.
Tentei sempre fazer uma intervenção equilibrada, sobre o rumo da política cultural e as suas adjacentes e colaterais responsabilidades dos outros Ministérios, nomeadamente o das Finanças e Economia.
No dia 29 de Maio de 2010 em Lisboa, num debate sobre cultura onde estive presente, eu parecia com as minhas ideias revolucionário em termos conceptuais de Orientação de Política Cultural, ao invés do líder do PSD, Passos Coelho que na ocasião disse:
“Bem precisamos neste momento de encontrar estratégias de saída para a crise que apontem para algum crescimento da economia. Espero que estas matérias ligadas às indústrias culturais e criativas possam entrar numa estratégia que promovam o crescimento e o emprego”, referiu ainda “O crescimento de toda esta área cultural pode ser decisivo para que consigamos realmente fugir ao fatalismo dos 0,7 ou dos 0,8 para os próximos anos”, sublinhou o líder social-democrata, que defendeu a exportação da cultura portuguesa.
“Em Portugal, a aposta na área cultural tem tardado. Normalmente a cultura é tida como o parente pobre das políticas públicas”, lamentou Passos Coelho, apesar de considerar que há alguns sectores nos quais a oferta pública “tem sido excessiva ou mal dirigida”, defendeu que, na Cultura, o mercado não tem tido a oferta necessária. “Precisamos de apostar, do lado do Estado, em intervir em todas as áreas nas quais o mercado não tem disponibilizado a oferta suficiente”, sustentou.
Passos Coelho, destacou que, actualmente, as indústrias culturais e criativas “têm um peso efectivo no crescimento da economia e do emprego”. Acrescentando que este sector pode “vir a ter um impacto cada vez maior na riqueza que é criada”.
A Cultura, acrescentou, pode ajudar à internacionalização da economia nacional e deve “casar com áreas muito importantes, em que precisamos de apostar, como o turismo”. Passos Coelho admitiu que é necessário procurar “uma boa resposta para o problema mais difícil” - o financiamento -, referindo que o Estado cada vez tem menos facilidade em encontrar financiamento para novas actividades.
“Temos de encontrar forma de, ou financiar menos ou tornar mais eficiente a nossa intervenção”, disse, apontando a necessidade de “reorientar as nossas prioridades de financiamento”, bem como da aposta na inovação e competitividade.
“Temos de ser inovadores e competitivos, não podemos simplesmente viver partindo do princípio de que a restrição orçamental não existe”, sublinhou.
Num mundo em que a Cultura é cada vez mais um fenómeno universal, a aposta passa também pela definição da identidade nacional e no “que nos diferencia”, referiu o presidente do PSD.

Concordando eu genericamente com tudo o que foi referido, em 2010 pelo Presidente do PSD, é minha obrigação hoje, alertar para que a hipotética subida de escalão do iva, para as actividades culturais e uma passividade de acção incentivadora para os criadores, que não deve ser subsídios, como tem sido até hoje, poderá criar na história da cultura portuguesa, um hiato no século XXI, o que não é certamente essa a intenção, nem a postura do Partido Social Democrata, que sempre olhou a Cultura e os Artistas como agentes do desenvolvimento harmonioso do país. O aumento do iva para as actividades culturais, poderá estrangular as empresas culturais e criativas.
Acredito e estou crente que o Bom Senso imperará, na pessoa do líder do PSD e do Governo, Dr. Passos Coelho que assumiu a tutela da Pasta da Cultura em Conselho de Ministros.

Nuno Miguel Henriques *geral@nunomiguelhenriques.com
- Presidente do Conselho de Jurisdição da Distrital do PSD de Lisboa/ao
 - Artista e Criador Português

sexta-feira, 29 de julho de 2011

TORRES VEDRAS QUER VOLTAR A SER DISTRITO DE LISBOA | Notícia LUSA

Lisboa, 26 jul (Lusa) - Os militantes do PSD de Torres Vedras vão reunir-se em plenário a 09 de setembro para votar a saída desta concelhia da distrital da Área Oeste e a sua integração na distrital da Área Metropolitana de Lisboa.Em declarações à agência Lusa, o presidente do Concelho de Jurisdição Distrital do PSD da Área Oeste de Lisboa, Nuno Miguel Henriques, disse que esta decisão foi tomada na sexta-feira, por unanimidade, num plenário de militantes da concelhia de Torres Vedras.Segundo Nuno Miguel Henriques, que é também vice-presidente da Mesa da Assembleia Concelhia do PSD de Torres Vedras, "os militantes estão insatisfeitos, porque sentem que a distrital da Área Oeste não tem voz e não funciona, por ser a única do país que não corresponde a um distrito", sendo por isso prejudicada em termos de representação parlamentar.
Se no dia 09 de setembro for aprovada a moção que propõe a passagem da concelhia de Torres Vedras para a distrital do PSD da Área Metropolitana de Lisboa, "provavelmente é o fim da distrital da Área Oeste", onde "várias outras concelhias estão contra este funcionamento, mas não têm a coragem de ir à frente", considerou.Nuno Miguel Henriques referiu que a concelhia de Torres Vedras é "a maior da Área Oeste, com cerca de 700 militantes, e é onde está a sede desta distrital".Questionado se conhece a posição do presidente da Comissão Política Distrital da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Carreiras, sobre esta questão, Nuno Miguel Henriques respondeu: "Isso é-nos completamente indiferente. A distrital de Lisboa tem mais é que aceitar os militantes do distrito de Lisboa".

"Segundo os estatutos, o plenário de militantes é soberano", disse.

A agência Lusa contactou o presidente da Comissão Política Distrital do PSD Área Oeste, Duarte Pacheco, que fez o seguinte comentário sobre este processo: "Não há assuntos tabus e, com serenidade, as pessoas devem discutir e refletir sobre o que é melhor para o Oeste e para o partido".

De acordo com Duarte Pacheco, se os militantes de Torres Vedras aprovaram a transferência dessa estrutura para a distrital presidida por Carlos Carreiras, "isso tem de ir a Conselho Nacional para alteração dos estatutos".Nuno Miguel Henriques adiantou à agência Lusa que vai enviar uma carta esta semana ao presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, e ao novo secretário-geral do partido, Matos Rosa, "a dar conta do sentimento dos militantes, não só de Torres Vedras, mas de todo o Oeste".No seu entender, deve haver uma unida distrital correspondente ao distrito de Lisboa, até por razões económicas. "Se há reestruturação de concelhos e de freguesias, por que é que não deve haver dentro do partido, e se é para melhor?", questionou.

IEL

Lusa/Fim

domingo, 17 de abril de 2011

Fernando Nobre: Revelação de uma Conversa Privada Matinal


No dia 19 de Janeiro, no Hotel D. Inês na cidade de Coimbra, tive pela manhã uma conversa privada muito cordial e amena com o Dr. Fernando Nobre, então candidato à Presidência da República Portuguesa.
Note-se que nas últimas eleições presidenciais não apoiei qualquer dos candidatos apresentados a sufrágio, nem sequer Cavaco Silva, apesar das pressões que sofri nesse sentido.
Conversei com Fernando Nobre, sobre Política Cultural e outros assuntos durante essa manhã. Uma conversa rápida, mas esclarecedora, onde esteve também sentado o jornalista Luís Osório.
No sofá escuro, a dado momento o Candidato fala-me dos apoios que tinha não oficiais e que não davam a cara e eram oriundos do PSD. Famílias e nomes que identifiquei. A dado momento fala-me até do nome de Passos Coelho como seu eleitor garantido, apesar de oficialmente apoiar outro candidato.
Achei estranho. Comentei com alguns amigos, mas achei conversa de políticos na busca de apoios mais ao menos mediáticos ou simples votos. Legitimo ou não, não me cabe julgar. Possivelmente estava a fazer maus juízos sobre o teor das palavras, na minha ingenuidade.
Hoje, não sei se era verdade ou não, mas que nas entrelinhas já havia aproximações do PSD a Fernando Nobre, já. Não comento a escolha. Apenas digo que Portugal, Merece Mais e Melhor.
E mais não digo, porque o tempo prova muita coisa…

sábado, 16 de abril de 2011

CENSURADO, para o último lugar da Lista de Deputados do PSD do Distrito de Lisboa | Carta Aberta


A CENSURA mais caricata do PSD/Oeste
CENSURADO, para o último lugar da Lista de Deputados do PSD do Distrito de Lisboa.
Nunca quis acreditar que a política de pesos não pesados fosse tão cruel, tão rude, baixa e sem carácter, ética ou visão. Tenho a ingenuidade suficiente para viver até hoje sem um único subsídio do estado, com independência e só do meu trabalho de empreendedor e intelectual.
Com saúde tudo se alcança, além da perseverança, persistência, honra e dedicação com verdade do povo e não de políticos de bolso. A minha vida semi-pública e não de famoso como me chamam os livros de astrologia de Paulo Cardoso e outras publicações, devem-se ao facto de algum talento (10%) e muito trabalho (90%).
Fui artista de palcos e televisão, rádio e cinema, fiz publicidade e dobragens, trabalhei com grandes nomes das artes e letras com quem muito aprendi. Aos 13 anos publiquei poesia, já declamava para centenas de pessoas, não da melhor maneira, mas da sentida e como sabia. Sou da Covilhã, terra de trabalho, turismo, neve e muito mais. Aí cresci e estudei. Era Orgulhoso, talvez. Era uma Estrela na minha cabeça. Passava na rua ou na escola e todos se lembravam de mim. Era eu mesmo, nos escuteiros, nos grupos de teatro, nas festas e actividades. Falava na comunicação social, ia regularmente para a televisão, dava espectáculos, enfim… Além disso, intervinha já, apesar de menor de idade, em jornais e rádios locais e regionais, onde defendia ideias e ia protestar nas sessões de câmara, etc… Não sei se era lata ou atrevimento. Cidadania ou responsabilidade social. Mas é verdade. Lutei sempre por aquilo que acreditei. Depois fui estudar para o Porto e Lisboa, entrei na universidade e fui estudando de um curso para outro, de pós-graduação para outra, mestrado, cursos de valorização, enfim…
Sempre a par da minha vida cultural intensa. Dei aulas no ensino secundário e superior público e privado, cursos de formação profissional e em inúmeras entidades.
Exerci funções de Consultor e Assessor de Gestão Cultural, Imagem e Protocolo em diferentes entidades públicas e privadas. Exerci cargos como Assessor/Adjunto Governamental, Municipal e Empresarial. Tenho Mestrado em "Marketing" e Pós-Graduação em "Imagem, Protocolo" e "Organização de Eventos", entre outras Pós-Graduações, Graduações (Acção Social/ Psicologia Social) e Formações. Sou também formador certificado pelo IEFP e pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua do Ministério da Educação.
Fui director do Instituto de Artes do Espectáculo, durante seis anos.
Colaborei com empresas e grupos no âmbito da Consultoria. Conferencista e Orador regular em diversos eventos e actividades é autor de diversos textos e obras públicas, tendo publicado várias obras. Sou cooperante da Sociedade Portuguesa de Autores e igualmente sou sócio e dirigente associativo de diversas associações.
Fui o coordenador do sector da Cultura, no Gabinete de Estudos Nacional do PSD, autarca eleito em três mandatos e dirigente político tendo nessa qualidade apresentado Moções (três) e Propostas Temáticas em Congressos Nacionais do PSD e de Autarcas, sobre Política Cultural. Participei como Jovem em congressos da juventude partidária, tendo chegado a ter cargos enquanto jota. Colaborei em diversas Campanhas eleitorais locais e nacionais com diversas funções.
Paralelamente sou Presidente do Conselho de Jurisdição Distrital do PSD /Lisboa AO.
Desenvolvo a actividade como Produtor e Gestor Cultural desde 1991, sendo director de diversos cursos, salientando-se o amplo conhecimento real de todo o território e experiência tendo trabalhado em teatro, eventos, poesia, rádio e televisão. Fui reconhecido e distinguido pela actividade cultural e artística.
Publiquei 11 CD´s de Poesia, com destaque para um com a obra de Eugénio de Andrade com um texto do saudoso poeta para essa obra.
Fui o Autor da Mensagem Nacional do Dia Mundial do Teatro de 1995.
Tenho duas Casas de Turismo Cultural, uma no Oeste no Concelho de Torres Vedras outra no Concelho de Fundão | www.patiodasideias.com .
Sou director da Escola de Protocolo, Comunicação e Artes | www.ensino-epca.com e do Teatro Oeste  | www.teatrooeste.com .
Sou quem sou…trabalho e convivo com milhares de pessoas semanalmente em todo o país, seja no Mosteiro dos Jerónimos (8 anos seguidos), seja nos Barcos Poéticos, nas Aulas, nas Conferências ou no meu trabalho de cidadania. Escrevo em jornais desde os 13 anos de idade e desde então sou regularmente presença na comunicação social pelas mais diversas razões, sendo a política a menor, até hoje.
Na Assembleia Distrital do PSD Lisboa/Oeste, pensando eu contribuir para o partido ganhar as eleições e na ausência de outros disponíveis até então, entrevi e apresentei a minha candidatura a candidato em Último Lugar na dista de Deputados por Lisboa. Isto é, em lugar não elegível, mas solidário com os demais, que procuram actividade, palco ou sobrevivência política. Nada me foi dito em contrário e no final foi reiterada a minha candidatura pela mesa da Assembleia Distrital.
Os nomes apresentados, oito no total, foram a reunião da comissão política da distrital, presidida pelo deputado com mais de duas décadas de parlamento, Duarte Pacheco, que decidiu que os nomes e ordem não seriam votados sequer em reunião, seguindo para a nacional por ordem alfabética, excepto um, o meu, que foi CENSURADO.
Lembro-me do PREC, lembro-me do que disseram o que era a Censura e a Democracia.
Sim, fui CENSURADO, sendo que o Presidente da Comissão Política de Torres Vedras, que teve assento na dita reunião por inerência e a quem aliás tive oportunidade de manifestar anteriormente a minha candidatura a candidato em último lugar, segundo disse em reunião pública de militantes na sede, esta semana, remeteu-se ao silêncio.
Recordo, que esse jovem de vinte e tal anos de Torres Vedras, secção onde sou militante, é também candidato, a candidato, mas em lugar elegível e destacável.  
Nada tenho contra os jovens e a ocupação de lugares com direito próprio, eu mesmo, sou disso exemplo, quando fui capa de alguns jornais como o “Independente” ou o “Diário de Notícias” que me apelidavam em título como «O menino Precoce».
Por tudo isto e muito mais, restou-me DEMITIR-ME de Vice-Presidente da Assembleia do PSD de Torres Vedras, porque se não sirvo, nem para último da lista, também não devo prestar para mais nada?! Ou não?!
No meu Livro “UM OLHAR PELO OESTE”, tem um olhar de futuro e tudo isto era previsível, mas até eu não queria acreditar em tanta mesquinhez, que põe os interesses de Portugal, do Oeste e do Partido depois dos interesses Pessoais dos lugares e das Promoções Unipessoais Oestinas.
Tendo-se demitido todos os elementos da mesa à excepção do Presidente, o órgão cai automaticamente, devendo ser convocadas de imediato eleições em Torres Vedras, para a eleição respectiva.
A todos os que me compreendem, conhecem e sabem da minha forma e postura de estar na vida, Bem-haja e um dia destes a gente conversa…
A todos os silenciosos, os censuradores e os cúmplices, digo que eu continuarei Social e acima de tudo Democrata e na defesa dos eleitores, da clareza, dos militantes e na impossibilidade do contraditório, uso os meios ao meu dispor para defender o meu bom-nome e reputação dando público testemunho do acontecido,
Um abraço do Censurado mais caricato, que espera uma mudança no governo (com Passos Coelho, neste momento), porque é urgente e precisamos de Mais e Melhor.
NUNO MIGUEL HENRIQUES
censurado@nunomiguelhenriques.com 

terça-feira, 8 de março de 2011

Carnaval – Torres Vedras

Vejo ruas amontoadas de gente, vejo gente amontoada nas ruas. Tigres, Macacos, Zebras e Matrafonas. Vejo gente disfarçada de almas felizes. Não vejo os mesmos sorrisos, mas vejo muito álcool, poucas casas de banho, preços caros e um Museu do Carnaval no sonho de alguns disfarçados.
Carnaval Português, respeitado e admirado, mas são muitos euros de todos nós que dão voltas de praça em rua, de travessa em parque, com condições tipo anos oitenta e gente a querer mais e melhor, qualidade diversificada e onde os gostos não evoluíram e as modas ficam sem um pouco de diferença.
Olho em volta e vejo gente disfarçada de satisfeitas, mas pensando num país em caos, num concelho que parou, numa sociedade hipócrita, numa democracia que não existe, em líderes que não temos, num défice que outros criaram, em juros e combustível a subir, e nos empregos sem futuro, com empresas em dificuldades, com muitos impostos… e mesmo assim, as pessoas disfarçam-se de felizes! Só por isso, merecem um abraço do tamanho de Santa Cruz.
E depois, na quarta-feira o mundo continua, mas os Oestinos foram felizes, num carnaval de chuva, frio e alguma confusão… Mas o mundo pula e avança, sempre que um homem sonha…


Esclarecimento - Jornal do Fundão


Na notícia publicada na página 7 do “Jornal do Fundão”, na edição de 3 de Março do corrente ano, saiu uma notícia intitulada “Reorganização Administrativa em Debate”, em cujo parágrafo final tem um lapso, que esclareço.
A proposta de moção apresentada por escrito e sublinhada foi apenas uma. Cito “Recomendo um debate sério e criterioso, bem como urgente, nos próximos meses, organizado pela Assembleia Municipal, para auscultar as opiniões e amplamente se discutirem argumentos, sem retóricas falaciosas, mas com factos e dados concretos.”
E o Presidente da Assembleia Municipal anulou a votação tendo proferido o seguinte:   “Assumindo a Mesa da Assembleia Municipal o ónus de ter tido um equivoco na interpretação da proposta, a culpa foi nossa, retomo a aprovação de uma recomendação da assembleia para que seja promovido um debate…” Citei.
Assim, não aceitei refazer qualquer documento, nem restringi a minha moção, que se manteve exactamente como foi entregue e apresentada, tendo sido aprovada sem qualquer voto contra.
Na minha opinião reorganizar, não é extinguir nem fechar o quer que seja. A democracia tem como móbil o debate de ideias, que eu defendo.

Nuno Miguel Henriques
Deputado Municipal Eleito nas listas do PSD/Fundão

domingo, 23 de janeiro de 2011

O Futuro que aí vem. Depois não digam que não avisei!

Tudo Muda, como as Ondas do Mar!

 O país está diferente e quase moribundo. Já ninguém respeita esta maneira de fazer política e de estar na sociedade. Os culpados, tentam passar impunes entre saltos ribeirinhos e rocambolescos. Tudo se desenhou e escreveu. Tal como se suspeitava, tudo isto foi previsto, mas poucos lhe deram ouvidos. O Povo é sereno, mas nem tudo é só fumaça. Precisamos ter memória e terminar com os passos de mágica que nos querem incutir para encontrar a dura realidade e cruel em que nos encontramos, mas que é a nossa.
Nuno Álvares Pereira, foi um guerreiro e lutou contra a mediocridade, podendo ter ferido e até morto alguém, em prol da razão e da verdade que acreditava. Hoje é um Santo Contestável. Vimos como lutou com as suas garras e rezou ao céu que o ajudasse nas suas vitórias e Deus assim o entendeu.
Portugal precisa de um salvador, que não é Dom Sebastião, é a união dos portugueses, do colectivo povo em vez do individualismo arquitectado para ocupação de lugares, por lugares, de subsídio por subsídio, de rendimento social por auto-desemprego.
Não podemos ser tão exigentes com outros, sem o sermos antes connosco. Não podemos exigir obra, se nos momentos chaves não temos coragem de a construir e alcançar para eleitores que em nós depositaram ou pretendiam depositar esperança. Não podemos reclamar e apontar, sem vermos o nosso caso.
Aqui no Oeste, como no país, falta na grande maioria dos casos essa força anímica e sólida que é o exemplo na acção.
Critica-se sem propor alternativas, sem construir alicerces e criando com as atitudes bacocas, parvas e apalhaçadas, Muros de Berlins Oestinos, que dividem a Verdadeira opção de revezamento e da farsa, dos fariseus, dos oportunistas reformados de pensamento e de facto, além de ideias maquiavélicas de medo e hipocrisia, além de um cinismo atroz.
Sejamos concretos. O partido socialista e o José Sócrates, tem governado o país, com desgoverno e descontrole nas contas públicas e não só, veja-se o caso da Presidente da Assembleia Municipal de Lourinhã, Ana Jorge, também Ministra da Saúde, “onde a montanha pariu um rato”. Claro que com as suas tomadas de posições e o seu histórico de gestão, no Ministério da Saúde (que não se governa com sorrisos), era fácil perceber que o caos se ia instalar, mesmo com a sua anuência a fecho de serviços de saúde como aconteceu no Oeste e até na Lourinhã. Mas temos exemplos de mais. Todavia, o PSD, partido social democrata, que se apresenta como opção na gestão deste país que começou caricaturalmente com um filho a bater na própria mãe, não pode manter o estado, no estado a que isto chegou.
Claro que não pode acontecer, mas acontece, o povo e com alguma dose de realismo, diz: são todos iguais, qual a diferença, estão lá agarrados aos lugares e ao poder.
Este tipo de comentários só pode mudar, com audácia, coragem e de exemplo no trabalho, na vida, na postura, nos comentários, mas acima de tudo na educação e na cultura de cidadania democrática, que alguns teimam em aceitar nos seus comportamentos de superioridade bazófias e que em nada abonam para a Mudança. Tem de haver uma ruptura, uma diferença na prática, uma mudança na atitude, estilo, comportamento e trabalho. Menos jantares e comezinhas caras e mais ideias claras e precisas, para cumprir.
Esta coragem passa por ser modelo, na acção e na decisão. Vamos preparar um futuro melhor de vitórias nas legislativas e nas autárquicas. Mas que estas Vitórias não sejam só em número de votos expressos, mas igualmente em realizações que melhorem a qualidade de vida ou não a piorem das pessoas, todas, sem diferença, porque precisamos de Menos Estado e Melhor Estado.
Isso passa por saber e definir sem medo candidatos e programas, propostas e fiscalizações dos executivos municipais, dos deputados e dos governos, além das juntas de freguesia.
Em 2013 com a mudança de inúmeros autarcas, por impedimento de lei, o PSD tem hoje quase garantida vitória em Arruda dos Vinhos com um sucessor natural, o actual vice-presidente, tal como no Cadaval que deve continuar o trabalho e dar um cunho mais social, cultural e educacional a actual Vice-Presidente, que assim garantiria uma gestão de transição para uma vitória no feminino, provando que uma mulher também tem capacidade. No caso de Sobral de Monte Agraço, parece-nos natural a vitória com a candidatura esperada e desejada até pelo povo, do ex-presidente da comissão política local e actual da distrital Oeste, o ainda deputado há mais de duas décadas, Duarte Pacheco. È o desejo das gentes do concelho, que precisam mais do que um Parque Infantil, para os mais pequenos. È igualmente uma prova de ser cabeça de lista e ganhar eleições, quem foi sempre em listas para o parlamento em lugares de charneira entre o fica ou não fica. Estou convicto que Duarte Pacheco não só será um óptimo Presidente de Câmara e como Economista que é, equilibrará as contas do Município sempre e até tem todas as probabilidades com os relacionamentos que tem em todas as fracções dos sociais-democratas, porque a todas deu apoio alguma vez, de ser no futuro eleito Presidente dos Autarcas Sociais Democratas, podendo suceder e bem, ao actual Presidente da estrutura Manuel Frexes, que tem sido um bom exemplo enquanto Presidente da Câmara de Fundão, na qual se candidatou depois de ter sido membro do governo de Cavaco Silva e deputado entre outros cargos. Com humildade candidatou-se a um Município de esquerda e ganhou três maiorias absolutas. Esta será uma grande vitória, com a coragem que consta teve, Duarte Pacheco em equacionar esse cenário, a bem do Oeste e do Sobral.
A humildade também se vê nos actos.
Quanto a Alenquer, depois do desastre que foram os resultados das escolhas do Vice-Presidente da distrital do PSD e então presidente da concelhia, Dr. Pedro Afonso, que além das derrotas, perdeu intercalares a seguir e agora não conseguiu “segurar” a vereadora do CDS, na coligação, com uma troca de palavras e comunicados pouco abonatórios, de quem recusou outros candidatos com probabilidades de vitória, de quem nas costas teve conversações infelizes e que não dignificam em nada o partido e a distrital do Oeste, do qual depois dos acontecimentos e dos desaires sucessivos, ainda não se consciencializou que Alenquer só será social-democrata, quando o mesmo e os acólitos, que nem é o candidato derrotado, tiverem posturas antagónicas e diferente do passado. Porque “Roma não Paga a Traidores” e Alenquer merece e precisa de outra dinâmica e vida. Esta minha apreciação é política e não pessoal. Aliás é bom salvaguardar que tenho familiares e amigos, pelos quais nutro grande amizade e nunca os colocaria numa lista, porque não seriam bons. Temos de ver, quem, onde e para quê?!
Temos gente nova com vontade e capacidade e nova não é só na idade, é acima de tudo na mentalidade, quer de Alenquer quem com ligações a este concelho. A Vitória depende do PSD local e distrital, tal como as derrotas.
Na Lourinhã é certo e sabido que o PSD pode ganhar em 2013 com uma mente aberta, programa de modernização claro e preciso, novos rostos com ideias e pensamentos de rotura e combater os instalados. A Lourinhã saberá a seu tempo, reencontra-se com o progresso e marcar a diferença, sem complexos, depois da tempestade vem a bonança.
Torres Vedras, é um concelho difícil e fácil. È um concelho com décadas de comportamentos repetitórios, mas muita coisa mudou, muita gente recente entrou. Tudo passa por ter bons candidatos nas freguesias de Silveira a Ventosa, de São Domingos de Carmões a Carvoeira, da cidade onde devem ser candidatos o Presidente e um Vice-Presidente da comissão política local, por figurino, para terem força política e de trabalho, como devia ter acontecido nas últimas eleições. Em Torres Vedras não se podem escolher mais os amigos, e os amigos dos supostos amigos e tanto independente, para tanta dependência. Não tenho dúvidas que quando for o momento certo, o concelho terá um Presidente Social-Democrata diferente, moderno e capaz, tendo a comissão política de abrir o aspecto de escolhas dos três ou quatro nomes do costume, que não acrescentam nada de novo, pelo contrário reúnem anticorpos, não no partido, mas nos eleitores.
O PSD em todos os espectros terá de pensar mais em quem ganha nos eleitores, no povo, na rua e não nas eleições político/ partidárias que são ganhas com negociatas até um pouco impróprias de cem anos de república e não falo de corrupção ou dinheiro, não.
Mas o melhor exemplo, deve vir dos responsáveis, com humildade, sem vaidades de rostos ou currículos, sem ressentimentos, pondo os olhos em Passos Coelho, actual presidente do PSD, que no Congresso Nacional de Torres Vedras, quando usou da palavra quase que foi apupado em unisse-o por muitos que hoje lhe beijam os pés e amanhã se for preciso o traem nas costas. Depois perdeu eleições internas, foi excluído das listas de deputados para que outros do beija-mão do sistema e da máquina, lá ficassem, agora que ganhou o partido, espera-se coragem e determinação na governação do país, quando a esse desígnio for chamado pelos portugueses.  Não podemos criticar e apontar, temos de ser diferentes  dar uma  lição de vida e ensinamento, para termos a legitimidade de apontar e propor a Mudança, que urge e necessita-se. Hoje não tenho dúvidas:O Oeste, merece mesmo, mais e melhor.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Confidências Políticas

Em Política Tudo Muda

Gostava de saber porque me hipotecaram o futuro e a vida?!... Alguns acusaram-me de populista nestes meus desabados de cidadania, censuradas nos lobbies habituais de havanesas dos velhos do Chiado ou velhos centros urbanos.   
Eu pergunto se seguir o coração, a alma dizendo a verdade é ser populista?! Não será ofensivo ver senhores a pregar a criancinhas de igual altura, como Frei Tomás?!... Quem tem medo do confronto, da crítica, do debate sério e credível, não merece estar na sociedade a viver dos impostos que eu e todos nós pagamos. Porque será que alguns rabinos inúteis e malabaristas preferem perder eleições e estar confortavelmente na oposição, em vez de lutarem e deixarem lutar quem tem razão e pode fazer melhor e ganhar com resultados visíveis e melhorar com sapiência, mesmo com contas de merceeiro, mas eficazes, em vez de retóricas televisivas de quem não conhece a realidade?
Hoje posso aqui revelar que nas últimas eleições autárquicas, fui sondado, numa espécie de convite para ser candidato a Presidente de duas Câmaras Municipais. Uma delas era no distrito de Lisboa. Era difícil, mas podia ganhar num dos casos. Impuseram-me equipas e bloquearam tudo, com medo de poder ser útil aos outros nessa função. Vergonhoso, ainda mais quando me ficaram com as ideias e planos, que nunca souberam promover e comunicar politicamente, claro. Perderam. Não mereciam ganhar. O povo também perdeu, estou convicto.  No futuro sei que contra ventos e marés, moinhos e tempestades, direi o que penso, revelarei toda a verdade, mostrarei provas das traições, dos esquemas e falsidades. Sem temores, porque quem não deve, não teme. Guardei segredo até 2011, como prometi, mas basta. O azeite tem de vir ao cimo. Apreendi com a história, que dos fracos e pequenos ela não reza, dos corajosos, amados e odiados ela ainda os pode referenciar. Nunca podemos agradar a todos, mas podemos tentar contemplar com bom trabalho e honesto uma enorme maioria silenciosa.
Sei do que falo. Em Política Tudo Muda.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A Política e os seus jantares…

Tudo Come do Mesmo...
Os portugueses andam tristes e resignam-se. Não se revoltam contra o sistema aparelhista e vão numa romaria tonta de obrigação ou compromisso a jantares, banquetes ou mariscadas. Não são poupados e sabem viver com a crise com umas bifanas populares e vão a comícios e grandes festas em hotéis e restaurantes de nome. Os preços variam, mas chegam a andar nos 15 euros e mais para apoiar quem por vezes não apoiou, não comentou, não ajudou, não falou. Alguns sentem-se coagidos a irem com a família, e por vezes só Deus sabe a diferença que faz no seu orçamento 60 ou 75 euros, por exemplo. A omissão é um pecado mortal. Não pensar no próximo também. (Nota: não falo de ninguém em particular e o meu voto está certo.)
Para mim a Politica é na rua, nas praças, nos cafés ou nos comícios em salas de espectáculos públicas, que até no caso das presidenciais têm de ser por lei, garantidas a valores simbólicos.  Não concordo, nem corroboro com esta realidade a que assistimos pacientemente, mas quando os candidatos comem x e o povo y, ainda menos. Falo do ponto de vista técnico de organização de eventos e protocolo, onde as vaidades nestes casos, dos sem vergonha do ora vou por aqui, ora vou por ali, assumem lugares de mesa presidencial até com 78ª damas de companhia, lindas, nocturnas e vistosas e futilidades desinteressantes como certos programas da televisão com altas audiências. Prefiro comer bem e barato em casa ou num lugar-comum, do que comer mal e não conseguir sequer ver e ouvir os candidatos falar das suas novas ideias ou propostas, se existirem. Também já fui a jantares destes, pagando quase sempre o meu, conhecendo os senhores que os obrigam a organizar e a ir. Hoje penso é assim. Tudo muda, só não muda um grande amor. Coelhos à parte, este modelo está esgotado. Está amorfo e mais já não serve para cativar a motivação dos não jobb´s habituais do sistema.
Os partidos e distritais continuam a fazer sem recato ou vergonha, jantares, almoços e comezainas para os compinchas do voto e dos caprichos, com o dinheiro partidário, que vem por sua vez do contribuinte português, através das subvenções que o Estado dá aos paridos políticos. Sei do que falo. Haja decência e já agora mais razão na distribuição. Não se deviam comprar votos ou apoios internos pela boca, mas sim pela ética e pela moral, além claro do exemplo de rectidão, integridade e cidadania. A humildade que se acusam os outros de não ter, começa na nossa própria casa. Se em vez de jantares, que confirmam o que todos nós já suspeitávamos, e os dinheiros das distritais fossem aplicados a explicar valores ou ideologias, ou a fazer formação política e de cidadania, talvez os resultados tivessem sido visíveis e positivos em 2009.
Mas também compreendo, que quem não tem valores elementares, como gerir bem e investir melhor, os escassos recursos financeiros dos partidos a nível Nacional, transferidos para as distritais, como podemos depois ter a lata e decência de apelar aos valores e humildade?! Só se for um decano político!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

FUNDÃO CONSENTIDO


 Este é o nome da obra que está em fase terminal, onde apresento algumas reflexões pessoais e de pensamento politico, estratégico numa visão macro e nalguns casos micro, sobre o futuro pioneiro do concelho.
Neste livro, que é o mote para uma grande discussão sobre diversos assuntos, contemporânios e de futuro, tento escrever de uma forma acessível, popular, liberal, mas sem demitir o Estado em todas as suas esferas, das suas obrigações. A palavra Consentido, vem no titulo porque entendo que qualquer mudança de rumo ou opção deve ser consentida pela população, pelo povo. Não se podem tomar decisões nas costas dos eleitores, das empresas, das associações. Tudo deve ser consentido nas suas diversas formas, de modo a nada ser imposto e ser tudo e todas as medidas desejadas.
"Fundão Consentido" defende ainda uma nova gestão participada da população e um modelo diferente de vida no Município, que tem como fim primordial o rentabilizar os recursos económicos, financeiros e materiais, para uma melhoria significativa da qualidade de vida dos fundanenses nas próximas décadas descentralizadamente e com substanciada no ambiente, cultura, emprego/produtividade, descentralização concelhia, turismo sustentado e sector primário.